segunda-feira, 5 de março de 2012

Relevo de Rondônia


O relevo do Estado de Rondônia é pouco acidentado, não apresentando grandes elevações ou depressões, com variações de altitudes que vão de 70 metros a pouco mais de 500 metros.
 A região norte e noroeste, pertencente à grande Planície Amazônica, situa-se no vale do rio Madeira e apresenta área de terras baixas e sedimentares.
As áreas mais acidentadas encontram-se localizadas no divisor das águas das bacias do Madeira e Machado, onde ocorrem elevações e depressões, com altitudes que chegam a alcançar 800 metros na Serra dos Pacaás Novos, que se dirige de noroeste para sudeste e é o divisor entre a bacia do rio Guaporé-Mamoré e com as bacias dos afluentes do rio Madeira (Jaci-Paraná, Candeias e Jamari) e a bacia do rio Machado (Ji-Paraná).
O relevo do Estado apresenta-se muito diversificado com variação de altitude, prevalecendo à faixa entre 70 e 600m. as maiores altitudes ocorrem no Município de Vilhena (acima de 500m) e as menores no Município de Porto Velho (entre 90 e 200m). De maneira geral o relevo não apresenta grandes elevações, comportando-se como plano e suave ondulado e, em menor área, como forte e montanhoso (Colorado D’Oeste, Campo Novo de Rondônia, Governador Jorge Teixeira, Guajará Mirim, São Miguel do Guaporé), com altitudes variando entre 400 e 600m.

GEOMORFOLOGIA

As formas de relevo do Estado de Rondônia podem ser divididas em nove unidades morfoestruturais:
Planaltos Residuais do Guaporé,
Planalto Dissecado Sul da Amazônia,
Planalto Rebaixado da Amazônia (ocidental),
Depressão Interplanática da Amazônia Meridional,
Pediplano Centro-Ocidental Brasileiro,
Planície Amazônica,
Planalto Sedimentar dos Parecis,
Serras e Chapadas do Cachimbo e
Planícies do Alto e Médio Guaporé,

 isso conformo os volumes 16 e 19 do PROJETO RADAMBRASIL (1978/79) e EMBRAPA (1983).


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