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sexta-feira, 1 de março de 2019

Economia de Rondônia


A economia do estado de Rondônia tem como principais atividades o extrativismo vegetal e mineral, a agricultura e a pecuária. 

O Produto Interno Bruto – PIB de Rondônia em 2007 foi de 15 bilhões, o que corresponde a 0,56% da riqueza gerada em todo o país nesse período. 
O PIB per capita de Roraima no mesmo período foi de R$ 10.319,98. (AMARAL; NASCIMENTO, 2010).

A exploração de madeira e borracha são as principais atividades do extrativismo vegetal no estado. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o estado de Rondônia é o terceiro estado que mais desmata no país, causando vários problemas ambientais.


O principal mineral explorado em Rondônia é a cassiterita. A jazida de cassiterita do município de Ariquemes é considerada uma das maiores do mundo.

Na agricultura, a produção de grãos é a principal atividade, favorecida pela quantidade de chuvas da região. Destacam-se a produção de café, cacau, milho, arroz, soja e mandioca. 


A hidrovia do Rio Madeira e a construção de um porto graneleiro na capital do estado possibilitam o escoamento da produção, principalmente para a região Nordeste. 

A carne bovina é o principal produto de exportação do estado. Além da pecuária de corte, o estado é destaque na pecuária leiteira, sendo o maior produtor de leite da região norte.


Pouco diversificado, o setor industrial de Rondônia está em desenvolvimento. O ramo alimentício e frigorífico são os principais segmentos da indústria em Rondônia.


O turismo na região ainda é pouco explorado. O maior potencial está no ecoturismo, sobretudo o relacionado ao Rio Madeira.


A zona de livre comércio de Guajará-Mirim é outra atração do estado. Localizada na divisa com a Bolívia e nas margens do Rio Madeira, na zona de livre comércio de Guajará-Mirim são encontrados produtos importados. A cota limite para a compra de importados é de dois mil reais.


 ATIVIDADES
 1. Quais são as principais atividades econômicas do estado de Rondônia?

2. Na agricultura, quais são os grãos produzidos em Rondônia?

3. Qual o principal produto de exportação do nosso estado?

4. Qual o potencial turístico na nossa região?






AMARAL, Luciano Monteiro do; NASCIMENTO, Milton Antonio do. Produto Interno Bruto Estadual e Municipal. Secretaria de Estado do Planejamento e Desenvolvimento de Roraima. 6 ª edição.Boa Vista: CGEES/SEPLAN – RR, 2010.
FRANCISCO, Wagner de Cerqueira e. Economia de Rondônia. Disponível em: http://www.brasilescola.com/brasil/economia-rondonia.htm. Acesso em 16 jan. 2011.
RONDÔNIA. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rond%C3%B4nia Acesso em 16 jan. 2011.
RONDÔNIA. Disponível em: http://www.brazilsite.com.br/brasil/estados/rondonia.htm Acesso em 16 jan. 2011.

https://www.infoescola.com/economia/economia-de-rondonia/
Arquivado em: Economia, Rondônia


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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Aspectos Econômicos de RO

Vários ciclos econômicos fizeram parte do desenvolvimento regional, mas, na atualidade, predomina o agropecuário, com destaque para a cafeicultura e bovinocultura (gado leiteiro e de corte) entre outros produtos e um setor industrial nascente.


O primeiro ciclo econômico ocorreu com as descobertas de ouro no rio Corumbiara, afluente da margem direita do rio Guaporé, a partir de 1744; nessa mesma época houve também o período das drogas do sertão, mas o primeiro grande ciclo econômico foi o da borracha.

 Este ciclo dividiu-se em dois. O primeiro teve início por volta de 1877, quando uma grande leva de nordestinos migrou para o vale do Madeira e seus afluentes: rio Machado ou Ji-Paraná, Mamoré, Guaporé e Jamari e o segundo ciclo teve início em 1942, ocasião da Segunda Guerra Mundial.

No período do Primeiro Ciclo de Extração de Látex foi construída a maior obra da história da Amazonas, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, hoje Museu Histórico.
O Primeiro Ciclo de Extração de Látex, (borracha) começou a decair a partir de 1912 e, em 1918, já estava em pleno declínio, não pela falta do produto, mas pelo preço praticado no mercado internacional, principalmente no continente Asiático, mas precisamente na Malásia.

A retomada da demanda de extração de látex, seiva da árvore seringueira, nativa da Amazônia, ocorreu em decorrência da Segunda Guerra Mundial, isto porque os seringais da Malásia foram ocupados por tropas japonesas. Naquele período, as atenções do mundo convergiram para a produção do látex na Amazônia. O próprio governo brasileiro (Getúlio Vargas), convocou trabalhadores para trabalharem na extração de látex. Foi neste período que surgiu o soldado da borracha. Os vales amazônicos foram novamente ocupados.


Em 1952, ocorreu a descoberta de existência de estanho, que foi importante para a economia regional de Porto Velho, surgindo ai o ciclo da extração da cassiterita, que também divide-se em dois períodos: 
- o primeiro período foi o da garimpagem manual, que durou até 31 de março de 1971, quando foi proibida pelo Governo Federal; 
- a partir dessa data, iniciou-se o período da garimpagem mecanizada. 

Ainda na década de 50, do século XX, existiram os garimpos de diamante no rio Machado, nas proximidades de Vila Rondônia, atualmente cidade de Ji-Paraná, e Pimenta Bueno, que tiveram pouca durabilidade.

O atual ciclo econômico de Rondônia iniciou-se na década de 70, do século XX, com a chegada de migrantes oriundos, principalmente, das regiões Sul e Sudeste do Brasil, cuja maioria era proveniente dos estados do Paraná, Espírito Santo e Minas Gerais, começando assim o plantio de lavoura de café e a formação de pastagem. 

Nesse mesmo período, deu-se início às instalações de indústrias madeireiras que, do final da década de 70 e durante a de 80, do século XX, eram responsáveis absolutas pela geração de empregos, renda e ainda hoje são de suma importância para a economia do Estado.

Em 1971, a CEPLAC Comissão Executiva da Lavoura Cacaueira, respaldada em estudos que apontavam a viabilidade da lavoura cacaueira na região, deu incentivo ao plantio nas localidades de Ouro Preto, Jaru e Ariquemes.

Em 1976, foi implantado o programa PROCACAU, que incentivou ainda mais o plantio da lavoura, chagando a 54.000 hectares, em seis mil pequenas propriedades rurais.
Paralelamente a esse acontecimento, as lavouras de café e a criação de rebanho bovino se desenvolveram por uma vasta região, mas, no início dos anos 1990, os cafeicultores rondonienses enfrentaram outro problema, o baixo preço na saca do café, que, às vezes, não compensava nem colher. 
Muitos foram os que, cortaram os cafezais e substituíram as áreas por pastagens. 
A partir de 1997, os preços voltaram a subir e chegou, em 1999, a R$ 150,00. Novamente ocorreram novas plantações, porém, o preço da saca começou a cair a partir do ano de 2000, e em 2001 chegou a R$ 25,00, voltando a ser desestimulado. 

Na atualidade, Rondônia é o 5º maior estado brasileiro na produção de café.
O rebanho bovino sempre continuou crescendo e é predominante em todo o Estado, formando uma grande bacia leiteira, com destaque para a região de Ouro Preto, Jaru e Ji-Paraná.

Outros investimentos já começam a florescer, na economia regional, são plantações de pupunha (palmito, piscicultura), e o cultivo de soja e arroz, em áreas mecanizadas, no sul do Estado.

Rondônia é um Estado de vocação agropecuária, o solo rondoniense produz, não só os já citados produtos, mas uma diversidade de cereais, frutos, verduras e legumes.



Atividade no caderno
Construa uma linha do tempo dos
Aspectos Econômicos
em Rondônia













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